The Invicta "can and should be seen as an example of the potential of urban regeneration and its ability to attract investment and economic activity", in the words of Manuel Reis Campos, president of the Portuguese Confederation of Construction and Real Estate (CPCI).
De acordo com o presidente da CPCI, a cidade Invicta deve ainda ultrapassar vários obstáculos. Entre eles, a carga fiscal e a burocracia exagerada. Manuel Reis Campos destacou o facto de ser importante “ter uma fiscalidade que deixe de considerar o imobiliário como fonte inesgotável de impostos, eliminar a burocracia, ter estabilidade legislativa e fiscal.” Além disso, é igualmente vital “eliminar o Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (AIMI), ter novas linhas de crédito para projetos com elevada eficiência energética, envolver as entidades privadas, e melhorar a eficiência dos processos urbanísticos, e eliminar as restrições geográficas do programa dos Vistos Gold”, acrescentou o responsável.
Na cidade do Porto, foi o centro histórico que começou por atrair o investimento privado depois da criação das primeiras Áreas de Reabilitação Urbana (ARUs), mas “a autarquia tem feito outras medidas de incentivo à reabilitação, como a criação de ORU (Operação de Reabilitação Urbana). É uma prioridade que sempre atribuímos à zona oriental”, finaliza o vereador.
Investir no Porto é, sem dúvida, um investimento com futuro. Pense nisso.